sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Terapia da Alegria


“Quando a médica se viu cara a cara com o palhaço em pleno corredor do hospital, ela disse: ‘UTI não é lugar de palhaço’. A resposta veio de imediato: ‘Nem de criança’ ”, afirmou Michael Christensen fundador do projeto com palhaços em hospitais em 1986 na cidade de Nova York, EUA.

É natural que a entrada, muitas vezes inevitável, num hospital seja acompanhada de ansiedade, medo, irritação e de um sentimento de vulnerabilidade de ter de se submeter a essa situação indesejada.

Sabe-se que qualquer tipo de internação pode trazer um impacto negativo em qualquer pessoa, principalmente quando se diz respeito à criança, pois, além da mudança de rotina e medo do desconhecido, ela é na maioria das vezes privada do brincar, ou seja, o que toda criança precisa e gosta de fazer.

Através da Humanização hospitalar, que tem como objetivo a suavização deste ambiente, as portas dos hospitais tem sido abertas para os artistas com o intuito de proporcionar momentos diferenciados de descontração, pois além do bem-estar dos pacientes e funcionários, este trabalho promove também a redução no tempo de internação e recuperação.

Com base em estudos científicos que determinaram a relação que existe entre o humor e a saúde; foram desenvolvidas, e já estão sendo realizadas em várias partes do mundo com excelentes resultados, as chamadas "terapias do riso", onde, de maneira natural, sem ajuda de medicamentos ou fatores externos, estimula-se às pessoas a sorrir, a rirem de si mesmas e a recordar situações engraçadas. O que se busca são risadas verdadeiras, explosivas, dessas que movem 400 músculos em todo o corpo, ativam o sistema imunológico e oxigenam os tecidos. Tecnicamente o RISO inicia uma cadeia de reações fisiológicas, primeiro ele ativa o sistema cardiovascular, então a freqüência cardíaca e a pressão arterial aumentam, as artérias se dilatam, proporcionando uma queda da pressão, além do bem-estar do paciente e por aí vai. É por isso que surgiu o ditado popular que diz: “RIR é o melhor Remédio!”
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Fonte: Projeto Terapia da Alegria

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